O EMPRESÁRIO JUDEU QUE PARA FAZER SEUS NEGÓCIOS TEM TRÊS PASSAPORTES

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REVISTA SEMANAL DE PORTUGAL

Descendente de judeus sefarditas, Patrick Drahi adquiriu a nacionalidade portuguesa antes de se lançar para a compra da Media Capital. É o terceiro passaporte a entrar no seu bolso

Nos dois anos decorridos entre a compra da Portugal Telecom e a da Media Capital, o patrão da Altice, Patrick Drahi, não esteve parado. Ao abrigo da nova lei de 2015, adquiriu a nacionalidade portuguesa depois de ter conseguido provar que descende de três famílias judias expulsas de Portugal pelo édito de D. Manuel I, em 1496: Os Adrehi (nome que terá evoluído para Drahi), os Sicsú e os Amouyal.

Dos Adrehi e dos Sicsú, há registos do seu regresso a Faro no século XIX, depois de os caminhos da diáspora os terem levado primeiro a Livorno (Itália), e daí para a Tunísia, Argélia e Marrocos, onde Patrick viria a nascer em 1963.

Na cidade algarvia, os antepassados do magnata são recordados como membros influentes da comunidade judaica, e a prova está à vista de quem cruzar as portas da Sinagoga de Lisboa.

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